“Laura, atenda ao telefone.”
Ela não atende.
Eu deixei a mágoa virar raiva. Estou furioso.
Tento novamente, nem sei porque, pois sei que ela não vai me atender.
Eu digito com raiva.
“Laura, dá pra atender essa merda de telefone?”
Respiro lentamente e tento me acalmar. Estou no hotel e vou sair daqui a pouco para encontrar os empresários paulistas para uma reunião.
“Droga Laura. Atenda, por favor!”
Eu gostaria de resolver essa besteira com ela antes de eu ir trabalhar.
Eu