Menos de vinte minutos depois, os dois já estavam em um dos hospitais da família Montenegro.
Arthur praticamente não saiu do lado dela durante todo o caminho.
Segurava sua mão.
Perguntava a cada minuto se ela sentia alguma dor.
E Isabella sentia uma culpa enorme por estar escondendo a verdade dele.
Ao mesmo tempo, não tinha escolha.
Não ainda.
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Algum tempo depois, ela já estava sentada sobre uma maca em uma sala de atendimento particular.
O médico analisava algumas informações em um tablet enq