Isabela respirava fundo.
A vontade de chorar era esmagadora, mas ela se recusava a desabar.
Tudo aquilo parecia errado.
Cruel.
Injusto.
Mas se afastar era a única forma que havia encontrado para proteger Sofia.
Mesmo que isso significasse abrir mão da própria felicidade.
Mesmo que isso significasse abrir mão de Arthur.
Com as mãos trêmulas, ela entrou no carro que Carolina havia enviado.
No banco da frente estavam dois homens de expressão fechada.
Nenhum deles falou uma única palavra.