O ENCONTRO NA COPA
O relógio de parede marcava exatamente 15:00. O silêncio da Copa era quebrado apenas pelo zumbido suave da geladeira industrial e pelo tique-taque rítmico dos segundos. Zoe, aproveitando seu momento de descanso, estava encostada no balcão. De repente, a porta se abriu.
Não era suas colegas de trabalho. Era Lucca, ou melhor, Henry, perfeitamente camuflado sob o uniforme azul de faxineiro, segurando um esfregão como se fosse um acessório de cena.
Zoe deu um sobressalto, mas o s