O sol de sábado entrava generoso pelas janelas do apartamento de Zoe, trazendo uma claridade que contrastava com as tempestades que ela havia deixado para trás. Na cozinha, o aroma do café de Dona Laura perfumava o ambiente. A mãe de Zoe, embora vivesse com a filha e lhe dava consolo, sentia um alívio profundo ao ver a sala cheia; ela sabia que, por mais que tentasse, não conseguia suprir a necessidade que a filha tinha de trocar confidências com quem falava a mesma língua da sua geração.
Anton