Cecília abriu a porta do quarto e encontrou Gael sentado em uma poltrona perto da janela. A luz fraca do abajur iluminava seu rosto sério, seus olhos mirando o vazio. Ele segurava um copo de uísque quase vazio em uma mão, enquanto uma garrafa pela metade repousava sobre a mesinha ao lado. O cheiro de álcool impregnava o ar, denunciando que ele havia bebido bastante.
— Gael! — exclamou ela, fechando a porta com força. — O que você está fazendo? Bebendo assim?
Ele virou a cabeça na direção da