ANDREY
O som da gargalhada diabólica das duas mulheres ecoava no cômodo. Fechei uma das minhas mãos em punho para controlar a raiva que estava fazendo todo o meu corpo ficar em chamas, a outra mão levei de encontro ao meu celular e ao me certificar que o aparelho ainda estava gravando, joguei o objeto no bolso e dei alguns passos a frente, antes delas notarem a minha presença, a minha voz se fez presente no mesmo instante que comecei a bater palmas.
— Será que posso participar da comemoração