— Terminei... — Comentei, virando o notebook em sua direção. — Boa leitura. — Ameacei levantar-me, e ele ergueu uma sobrancelha, encarando-me e sorrindo.
— Está sendo uma aprendiz muito rebelde, Sra. Elisabeth. Devo puni-la? — Um pensamento intrusivo surgiu, questionando como seriam suas punições. Mordi os lábios por dentro, repreendendo-me.
— Como, senhor? — Fingi desentendimento.
— Eu disse que quero ouvir uma história antes de dormir. Não disse que iria ler. Pensei ter sido claro. Leia! — Pa