HENRIQUE VALADARES
Fechei a porta do quarto de Isadora com um sorriso bobo, que eu não conseguia apagar, estava estampado no meu rosto. Eu me sentia como um adolescente apaixonado.
Virei-me para caminhar pelo corredor, pronto para ir para o meu quarto, mas a minha paz matinal durou exatamente quatro passos.
— Bom dia, maninho.
Congelei no lugar. Marina estava vindo na minha direção. Graças a Deus, ela não tinha me visto sair do quarto da Isadora.
— Bom dia, Mari. Caiu da cama hoje?
— Eu