ISADORA VILLANOVA
— Não.
A palavra saiu seca e rápida da minha boca. Eu vi o momento exato em que o brilho animado nos olhos de Henrique vacilou. Foi como se eu tivesse jogado um balde de água fria na expectativa dele. Meu peito apertou, mas me forcei a manter a mesma expressão, sem recuar.
— Não acho que seja uma boa ideia — completei logo em seguida, antes que ele pudesse me questionar ou tentar me convencer. Pensei rapidamente na melhor desculpa: — O detetive do Vicente foi embora há pouc