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A senzala

Acordei cedo! Não havia qualquer movimento pelo lado da casa de Rozendo. Também pudera... o dia ainda estava amanhecendo.

Tomei um café solúvel e duas fatias de pão de forma com manteiga; manteiga boa, da roça...

Assim que terminei meu desjejum fui dar uma volta pela propriedade para conhecê-la. Saí pelos fundos: Um friozinho cortante exigia agasalho. Logo após o terreiro havia uma garagem ampla com espaço para vários carros. Desde o primeiro dia reparei que havia outro carro, além do meu; de quem seria? De Rozendo ou de Maurine?

À esquerda situava-se a casa de Rozendo à qual se chegava por um caminho batido. À direita, mas ainda em uma faixa quase central, uma horta bem cuidada, rodeada por uma cerca e com um portãozinho que se fechava por uma tramela; mais abaixo o caminho era calçado e levava ao

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