- Cadê a Sophie? – Entro gritando na sala de espera. – Sophie!
- Calma! – Meu pai me segura pela cintura, me detendo de avançar corredor adentro atrás de um quarto que eu nem ao menos sabia qual era. – O pior já passou.
- O que já passou? O que aconteceu?
O silêncio cai na sala por alguns instantes. Minha mãe está sentada em um canto, desolada, com Bruno ao seu lado, a abraçando. Breno não está lá, provavelmente foi o responsável por ficar em casa cuidando de Giovanna, nossa irmãzinha de cinco