CAP. 113 - Atrás do meu balde
POV/ ADRIAN
Quando cheguei à obra em Goiânia, o sol estava forte, calor do interior que já sentia meus braços quer suar por baixo do terno. O prédio estava enorme teria cerca de 22 andares e quase pronto depois só pintar e começar a alugar os escritórios e fim.
Zero interesse eu tinha naquilo tudo e em tudo o que Leandro me dizia ao lado. Meus olhos só procuravam por alguém, uma voz, qualquer coisa.
Meu coração, que eu sempre achei ser uma máquina de gelo, deu um solavanco que me tirou o ar.