Capítulo 187 — Porque a dor de te amar é mil vezes melhor do que o vazio de não te ter.
POV Emília
A madrugada tinha um peso diferente das madrugadas em Connemara. Lá, o som do mar era uma canção de ninar ou um rugido de aviso; aqui, o silêncio era absoluto, interrompido apenas pelo zumbido quase imperceptível do sistema de climatização da mansão.
Acordei com a garganta seca, uma sede que parecia vir não apenas da falta de água, mas do choro contido e do esforço exaustivo de manter a máscara de indiferença durante o jantar com os Alvear. O vestido de seda azul estava amassado sobr