POV Emília
Lucca me empurrou para dentro do quarto dos meninos com uma urgência que não admitia protestos. Ele trancou a porta e encostou a testa na madeira, respirando com dificuldade. Thomas e Téo dormiam, alheios ao fato de que o monstro que assombrava seus desenhos estava agora cruzando o hall de entrada.
— Fique aqui. Não abra para ninguém, a menos que ouça a minha voz ou a do Declan — Lucca sussurrou, pegando a pistola compacta que retirara do cofre.
Eu me sentei na beirada da cama de