Emily...
Bernardo e eu continuamos caminhando até o carro em silêncio, a tensão entre nós era quase palpável. O ar da noite estava frio, mas o que realmente me fazia arrepiar não era a temperatura. Ele abriu a porta do passageiro para mim, e eu entrei, sentindo meu coração bater forte no peito. O silêncio entre nós continuou, denso e pesado.
Depois de alguns minutos de estrada, Bernardo finalmente quebrou o silêncio. — Você vai dormir na minha casa hoje — afirmou, o tom de voz autoritário, com