Ela tinha pintado aquilo sozinha no apartamento, justamente na primeira noite em que a filha dormiu em outro lugar.
Tinha tirado aquela imagem de tudo o que a cercava no meio da madrugada.
Do silêncio que tanto temia.
Da ausência com sua forma inconfundível.
Era isso que tinha saído de dentro dela.
Coloquei o celular virado para baixo sobre a mesa de cabeceira.
Deitado no escuro, percebi que estava imaginando coisas para as quais ainda não estava pronto para agir.
Na manhã seguinte, depoi