—Hum, entendi... Realmente, um filho agora não ia dar. Mas fique sabendo que eu quero um filho nosso... Então, assim: eu te deixo lá, você faz o que tem que fazer, e lá para umas 15 horas eu vou te buscar — diz ele, com a voz decidida.
—Dormir aqui de novo? — pergunto, com a voz hesitante.
—Sim, Alice. Por favor, estou precisando de você aqui comigo — diz ele, com a voz suave.
—Tá bom. Amanhã eu vou trabalhar, eu trago logo minhas coisas — concordo, com um suspiro.
—Tá combinado, então — diz el