—Vocês não vão me deixar em paz, né? — digo, com um suspiro.
—Não! — respondem as três em coro.
—Pode ter certeza — diz Jéssica, com um sorriso.
—Anda, explica isso — exige Fernanda, com a voz firme.
—Tá. Então, ontem Davi apareceu na porta do meu trabalho. A gente conversou, eu entrei no carro com ele, e cheguei agora — explico, resumidamente.
—Aí você voltou com ele? Vem cá, ele tem é um pau de mel? — pergunta Fernanda, com a voz irritada.
—Você está chata, hein — digo, com um sorriso.
—Tô co