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Então... Paro o carro em uma esquina, o destino de Rodrigo selado. Ele desce em frente à portaria do seu condomínio, a sombra da madrugada engolindo seus passos. Antes de fechar a porta, ele se vira, o olhar fixo em mim, carregado de uma súplica silenciosa.
—Não adianta querer culpar a Alice por não ter falado. A única vítima de tudo isso é ela. Já sofreu bastante, não acha? — a voz dele é um sussurro rouco, um último apelo à minha humanidade, à minha compaixão. Mas a sanidade já me abando