— Mas é claro que sim! — ele devolve na lata, com aquele tom de firmeza inabalável. — O meu garoto precisa de espaço de verdade para virar um moleque raíz!
— Tá... mas e se no final das contas for uma menina? — pergunto, jogando o verde para provocar.
— Ah, aí o esquema muda de figura radicalmente, minha filha — ele responde, o sorriso sumindo para dar lugar a uma cara séria hilária.
— Muda de figura como? Explica essa história direito — pergunto, curiosa.
— Eu vou ter que ficar de metralhadora