— Pora... eu nem consigo acreditar que eu vou ser pai de verdade — ele diz, e por um segundo a voz dele sai até embargada, cheia de uma emoção genuína.
— E eu, que vou ser mãe? O baque é duplo — respondo, sentindo meu peito aquecer de verdade.
Ele abre um sorriso lindo e fica ali por um bom tempo, fazendo um carinho leve e circular na minha pele, como se já pudesse se conectar diretamente com o bebê que está crescendo aqui dentro. Depois de vários minutos de chamego, ele finalmente resolve se m