Levanto seu rosto, segurando-a pelo queixo, ainda no chão, com os olhos fixos no chão.
—Olha para mim! Olha para o teu dono — ordeno, com a voz firme.
Ela me olha, ainda aos prantos.
—A partir de hoje, tu és minha! Minha submissa, minha cadela. Vou cuidar de ti e te proporcionar momentos inesquecíveis. Se não é isso que desejas, o momento de desistir é agora — digo, com a voz carinhosa, mas firme.
—Eu quero! Não quero desistir — ela responde, com a voz embargada. — Quero ser tua submissa e cade