Ela começa a apanhar. E apanha, e apanha, e apanha bastante. Ela tenta fechar as pernas, mas não deixo, e bato ainda mais forte. Ela começa a choramingar baixinho, pedindo para parar.
—Cala a boca, vadia — ordeno, com a voz firme.
Dou um tapa em seu rosto que estala.
—Quer chorar? Pode chorar — permito, com a voz calma.
Ela chora, e isso me excita. Não deveria, pois estava castigando, estava bravo. Mas o choro dela me acalmou. A correção foi proporcional à desobediência. Perdoada? Não. Ainda pr