Aurora passou o resto da manhã na varanda do apartamento de Marina.
A pequena tiara de pérolas permanecia sobre seu colo.
Ela a acariciava distraidamente, como se aquele simples gesto fosse capaz de aliviar a dor.
Onze horas e vinte minutos.
Naquele horário, se tudo tivesse acontecido como planejado, ela e Vicente estariam recebendo os cumprimentos dos convidados.
Sua mãe estaria emocionada.
Os amigos estariam tirando fotografias.
Eles estariam sorrindo.
Mas nada daquilo existia.
O único som qu