Raya
Duas semanas. Catorze dias escondida nesta cabana apodrecida com uma garota que falava demais e um bebê que não pertencia a ninguém. Sob as grossas faixas de linho que Tilda costurou para mim, meu ombro ainda era uma massa latejante e agonizante de dor. A pele estava quente e inflamada onde a flecha com ponta de prata havia raspado o osso. Mas eu conseguia me sentar. Eu bebia o caldo ralo e aguado que ela fazia com repolho de inverno murcho. Eu respirava. Isso já era mais do que o Mestre R