Capítulo 172 — Já não é família
Narrador:
A porta do escritório fechou-se com um estrondo quando o Diabo e Dominic saíram, e o eco do portão vibrou no ar junto com o cheiro metálico do cano que ainda sentia na garganta. Mauricio deixou-se cair contra o encosto da cadeira, ofegando como um animal ferido.
Ele cuspiu saliva misturada com sangue em um lenço que tirou do bolso e, com a mão trêmula, esfregou a boca. O rosto endurecido, os olhos injetados de raiva.
— Azucena, maldita seja! — ele rosnou