— Chegou na hora, maninha. — Luis fala, animado.
Sorri, tranquei a porta, joguei minhas chaves na mesinha da sala, minha mochila na cadeira e em seguida me joguei no sofá ao seu lado.
— Isso está com um cheiro ótimo, espero que tenha guardado o meu. — encosto minha cabeça em seu ombro ao dizer.
— E está mesmo, será que esqueci de você. — ele beija minha testa, se levanta, vai até cozinha, pega um lanche e me entrega.
— Você não seria doido de esquecer de mim. — sorrimos. — Obrigada. — agrade