Serena Bianchi
Eu ainda estou sem palavras, minhas mãos estão trêmulas segurando o envelope com a documentação da minha tão sonhada casa, mais que um abrigo: um lar onde cresci e vi meus pais cuidando e lutando para não perder. Lucca está atrás de mim no elevador e levantei o meu olhar para encontrar seu rosto no espelho ele sorriu lindo como sempre, uma de suas mãos fez o contorno da minha barriga.
— Esse carinha está dormindo? — perguntou, desviando o olhar para o meu ventre.
— Acho que sim,