— Você não pode fazer isso com ele. Ele é o seu filho.
— Eu não me importo com quem ele é. Poderia ser meu próprio pai, mas o destino seria o mesmo.
Essa voz, Rafael conhecia muito bem. Grave, firme e fria. Uma voz acostumada a dar ordens e raramente ser contrariada.
— Leonardo, para com isso. O menino ainda está vivo.
— Não por muito tempo. E eu não cuidarei de ninguém acamado.
— Então deixa que eu cuide dele. Eu mesma vou cuidar dele. Por favor, não o mate. Por favor.
Mesmo sem consegui