Henry estava na porta da cozinha, coçando os olhos com uma das mãozinhas, o cabelo bagunçado.
Era uma visão comum, uma que ele teria em qualquer manhã se não tivéssemos chegado a esse ponto.
Os passos arrastados do menino tinha sido o nosso alarme de incêndio.
Paloma havia descido da bancada numa tentativa desesperada de esconder o nosso ato profano.
Ajeitando a alça da camisola, o tecido fino, com renda nos seios, mal cobria o corpo que, segundos atrás, estava arqueado sob o meu na ba