Ajoelhei ao lado da maca, sentindo o calor do pequeno corpo de Matteo em meus braços, passei os dedos pelos seus cachinhos loiros. Meu coração parecia querer sair do peito com tanta dor e alívio ao mesmo tempo.
— O que houve, Violet? — perguntei, tentando manter a calma, mesmo com a voz trêmula.
Violet respirou fundo e respondeu com a voz embargada:
— Ele não quis jantar e ficou molinho. Dei um antitérmico, mas a febre piorou. Ainda dei um banho antes de trazê-lo para cá… ele começou a delirar,