Dei um passo para dentro, hesitante, o coração batendo forte contra as costelas. O ar ali era quente, pesado, carregado de ferro e suor, e cada movimento meu denunciava o que eu tentava esconder… eu estava tremendo.
As portas rangeram ao se fechar atrás de mim, isolando o resto do castelo.
Agora, éramos só eu e ele.
Ravok inclinou a cabeça na direção da espada caída no chão, sem tirar os olhos do meu rosto. “Pega.”
Franzi o nariz, cruzando os braços sobre o corpo. “Não quero me sujar de sangue.