Quando chegamos à casa de leilões, eles não perderam tempo fingindo que éramos pessoas. Imediatamente, fomos agarrados. Nossos braços foram presos, os dedos cravando com tanta força que chegavam a machucar, enquanto nos separavam à força, contando com os olhos em vez de com a boca.
“Aqueles à esquerda”, gritou um homem. “Os outros estão ali.”
Estávamos divididos como gado.
Um deles riu e bateu palmas. "As prostitutas podem se despir. Completamente."
Algumas meninas congelaram. Outras se moveram