Os olhos dele permaneciam em mim, e eu sabia que Ravok estava implorando para que eu revidasse. Ele gostava disso, desses jogos de poder que só ele podia vencer. Gostaa de me ver tentar ir contra e perder todas as vezes.
“Eu não tenho condições de ir a lugar algum”, tentei outra abordagem, a voz mais suave agora, mesmo que meu corpo ainda estivesse quente de raiva.
Ravok apenas deixou o talher de lado com calma, o som leve do metal contra o prato quebrando o silêncio, enquanto se recostava na c