Aurora abriu os olhos e diante dela estava um rosto familiar.
Era como se tivesse agarrado a um salva-vidas.
Com as mãos, ela segurava firmemente a camisa do homem e, com uma voz fraca, disse:
- Irmão, me tire daqui.
Ela não queria que Heitor a visse naquele estado deplorável.
Não queria ver o olhar com pena dele.
Não queria nada, apenas desejava sair dali o mais rápido possível.
Igor a olhava um tanto nervoso:
- Como você vai voltar assim? Vou te levar ao médico.
- Não, irmão! Eu só doei sangue