Ela estava toda enfaixada, deitada na cama como uma múmia.
Emitia apenas sons de "ah ah ah" pela garganta, incapaz de pronunciar sequer uma palavra.
Ele se virou para Aurora com uma voz suave:
— Fui eu quem a salvou, eu quero que ela veja nossa felicidade com os próprios olhos.
A expressão de Aurora era de indiferença:
— Vamos entrar para ver, mas acho que a última pessoa que ela quer ver sou eu.
Dito isso, ela adentrou o quarto primeiro.
Sarah, de boca fechada, se recusava a tomar o remédio,