Acordo novamente. É noite. O que aconteceu mais cedo vem como um golpe: Duda está morta. A dor me aperta o peito e começo a chorar de novo. Então sinto braços fortes me envolvendo.
Olho para cima e vejo Marcos, me abraçando com cuidado.
— Xiii… vai ficar tudo bem, pequena.
Pequena? O apelido soa íntimo demais. Sei que somos amigos, mas ele é meu chefe. Ainda assim, naquele momento, é exatamente do que preciso.
— Ela está morta… — soluço.
— Eu sei. Mas precisa se acalmar.
— Meus tios?
— Es