O rosto dele estava tão inchado que parecia o focinho de um porco. Fiquei imediatamente em alerta, apertando os dedos, vigilante.
— Como você descobriu onde eu estava? O que veio fazer aqui? — Perguntei.
Para conseguir escapar dos seguranças e chegar até o meu quarto, Bruno certamente teve que se virar e muito. A lembrança do olhar insano de Isadora fez meu coração disparar.
Bruno percebeu meu recuo e tentou se justificar.
— Floriana, não precisa ter medo. Eu não vim te machucar. Eu só… — Começo