ISABEL LINORES
Saí do hospital e caminhei em direção ao ponto de ônibus, sonhando apenas com a minha cama.
Mas aparentemente, nesse inferno de mundo, paz é um luxo que raramente posso ter.
Logo na saída, encostada na porta de um carro esportivo, estava a minha meia-irmã. Stephanie ostentava um sorriso que ia de orelha a orelha.
Parei no meio da calçada, soltando um longo e cansado suspiro.
— Isabel! Que surpresa maravilhosa! — ela gritou, acenando como se fôssemos melhores amigas.
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