113 - Rachadura

ISABEL LINORES

Acordei sentindo que minha exaustão física havia diminuído consideravelmente graças à longa noite de sono.

Sentei-me na beira da cama espaçosa e passei a mão pela minha barriga. O meu bebê precisava que eu fosse forte.

Pouco depois, a empregada, que se apresentou como Liz, bateu na porta e trouxe uma bandeja farta de café da manhã. Havia panquecas perfeitamente douradas, ovos mexidos, frutas frescas e uma xícara de chá quente. O cheiro e o sabor daquelas panquecas eram tão idê
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