ISABEL LINORES
Acordei sentindo que minha exaustão física havia diminuído consideravelmente graças à longa noite de sono.
Sentei-me na beira da cama espaçosa e passei a mão pela minha barriga. O meu bebê precisava que eu fosse forte.
Pouco depois, a empregada, que se apresentou como Liz, bateu na porta e trouxe uma bandeja farta de café da manhã. Havia panquecas perfeitamente douradas, ovos mexidos, frutas frescas e uma xícara de chá quente. O cheiro e o sabor daquelas panquecas eram tão idê