Mundo de ficçãoIniciar sessãoEngoli em seco. Quanto mais eu conhecia Manuela e seu mundinho, mais eu odiava o meu irmão.
Aquele filho da puta que a protegia tinha razão. E eu devia odiá-lo, mas o admirei. Imaginei que, em meio ao caos do mundo da minha coelhinha, alguém a defendeu em algum momento. E talvez tenha sido ele.
— Vá embora. – ele apontou para a porta.
Olhei para Manuela, que disse com a voz firme:
— Estou aqui, longe







