É sábado, primeira manhã em Roma, acordar na cidade eterna deveria ser bonito, algo especial, no entanto eu continuo enganada na dureza de sua fala, chegou a ferir como uma espécie de palavrões venenosos. Sento-me no sofá e estudo a suite, não vejo nenhum vestígio dele. Logo compreendo que está na varanda tomando o café da manhã; como em outros dias, hoje não desejo vê-lo, que sustente seus olhos nos meus prosseguindo com a rejeição que é tácita nos celestes profundos, é muita crueldade com a q