- Há alguém aqui? - falo ao acaso, não obtenho resposta, mas Gemidos vindos de seu quarto me colocam no palco.
Eu me encaminho para essa sala, onde a escuridão não tem piedade de ninguém, mesmo eu me salvo, está tudo no escuro dificultando que eu me mova sem colidir com algo no meu caminho, com o flash do meu telefone consigo direcionar sem dar mais trastabillos. Finalmente o vejo em sua cama, preso em uma doença que me alarma. Eu me aproximo de seu corpo, escondido entre os lençóis de seda, e