Evangelina me acompanhou até na casa e não parava de falar nem mesmo por um segundo. Eu queria chegar em casa, deitar e dormir para esquecer o dia horrível que eu havia passado, mas ela não estava disposta a me deixar em paz.
— Por que você veio no veículo com o senhor Haiden? – Colocou a mão no meu peito e me obrigou a parar? – Estava fugindo do hospital por quê?
— Eu não vou te contar nada – afastei as intenções dela para longe e comecei a entrar na casa – eu não posso perder esse emprego,