Nossos beijos são interrompidos por uma batida na porta. Arthur se levanta, ajustando sua roupa, e eu faço o mesmo.
— Oi Anna. – Sophia diz entrando no quarto, seu sorriso é fraco, cauteloso. – Como você está, irmã?
— Eu... eu estou bem.... melhorando. – Digo, temendo que ela tenha percebido alguma coisa.
Sophia suspira e me analisa brevemente antes de negar com a cabeça, a decepção e desgosto estavam estampados em seu rosto.
— Você estava tão linda... o idiota do Ícaro e aquela vagabunda tinha