Então, cumpre...
Puxei Carolina contra o meu peito.
Precisava desesperadamente do seu calor, da certeza física de que ela estava ali, segura. Minha natureza lupina rugia, angustiada para protegê-la, cravada na imagem perturbadora da bruxa que, em seus últimos segundos de vida, direcionou sua última grama de malícia para o ventre da minha fêmea.
O fogo já subia alto na pira, e o cheiro nauseante de carne queimada impregnava o ar. Mesmo consumida pela dor da morte, a desgraçada encontrou forças para erguer o bra