Selene mal conseguiu dormir. As palavras de Damian ecoavam em sua mente como um eco distorcido: “não sou o único vilão desta história”. Ao amanhecer, decidida a não esperar mais por respostas parciais, desceu até a biblioteca antes que a casa acordasse por completo, o diário de Natalie escondido na bolsa como uma arma silenciosa.
Foi lá, entre as estantes de livros centenários, que encontrou o restante do que precisava — cartas antigas, amareladas, presas entre as páginas de um tomo sobre heráld