— Tome o café da manhã.
A voz dele estava um pouco fria e rígida, claramente irritado com a indiferença de Solange para com ele.
— Agora estou sem apetite, como mais tarde. Volte ao trabalho.
A raiva que Yago vinha reprimindo desde antes finalmente explodiu. Ele a olhou friamente, com tom de acusação:
— Você está sem apetite ou é porque me viu e, por isso, perdeu a fome?
Solange franziu levemente a testa.
— Eu não quis dizer isso.
— Eu acho que foi exatamente o que você quis dizer. Ontem à noite