Isabelly usou muita força e Sílvia foi empurrada para o lado, se apoiando instintivamente na cadeira com a mão ferida.
A dor penetrante chegou num instante e um suor frio brotou no rosto de Sílvia, que empalideceu completamente.
A dor era tão intensa que ela mal conseguia respirar, muito menos falar, apenas ficou com a boca aberta, ofegante, para tentar aliviar a sensação de dor.
Isabelly, sem saber de nada, ainda apontava para Sílvia, chorando com uma voz carregada de profunda tristeza:
- Você